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BRZ se integra à RSK e incorpora segurança da blockchain do bitcoin 1 de setembro de 2021

Criptomoeda brasileira está oficialmente integrada à RSK, blockchain que une a segurança do bitcoin com os smart contracts da Ethereum

O BRZ – maior stablecoin do mundo pareada a uma moeda nacional que não o dólar – está oficialmente integrado à RSK, uma sidechain do bitcoin com a capacidade de executar os smart contracts da Ethereum. “A RSK une o melhor dos dois mundos: a segurança do bitcoin e o poder dos smart contracts do Ethereum”, afirma a Blockchain Developer da Transfero, Solange Gueiros.

Com o BRZ disponível na RSK, seus detentores terão custos de transação mais baixos do que os praticados na rede Ethereum. Atualmente, os custos de transação na RSK estão quase 2.000% inferiores em relação aos da blockchain criada por Vitalik Buterin. No dia 6 de julho, esses custos estavam 3.000% mais baixos.

O BRZ na RSK também incorpora a segurança da blockchain do bitcoin, considerada a mais estável e segura do mundo. Isso porque geralmente mais de 50% dos mineradores da rede do bitcoin também fazem a validação das transações da RSK. Isto representa um grande hashpower (poder computacional de mineração) que leva a segurança da rede do bitcoin para a RSK.

Essa característica agrada principalmente aos bitcoin maximalistas, pessoas que confiam no bitcoin, mas não em outras blockchains. Assim, com o BRZ na RSK bitcoiners podem utilizar a criptomoeda brasileira numa rede em que confiam plenamente. O BRZ também já é implantado nessa blockchain integrado a wallets que usam esse ambiente.

BRZ na RSK abre mais possibilidades em plataformas DeFi

Uma vez que a RSK tem a capacidade de executar smart contracts na rede do bitcoin, isso abre um leque imenso de possibilidades para o uso da criptomoeda brasileira em plataformas de DeFi (sigla para finanças descentralizadas). Assim, usar o BRZ em aplicações DeFi na RSK significa aproveitar todo o potencial das finanças descentralizadas.

Atualmente, existem diversos produtos e protocolos DeFi desenvolvidos na RSK. Alguns, como RSKSwap, vieram da Ethereum, outros, como Money On Chain, foram criados exclusivamente na RSK. Oráculos como a Chainlink, bem como stablecoins, também já existem na RSK.

A integração do BRZ à RSK também proporciona uma maior flexibilidade de uso da criptomoeda brasileira. Isso porque, uma vez que essa blockchain pode utilizar os mesmos smart contracts da Ethereum, eles somente precisam ser publicados na rede RSK.

O BRZ é a maior stablecoin pareada a uma moeda nacional que não o dólar do mundo, tendo atingido em maio deste ano a marca de 1 bilhão de tokens emitidos. Com BRZ, é possível movimentar saldos entre plataformas internacionais em segundos por meio da tecnologia blockchain, além de ser um instrumento de hedge para ativos digitais.

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